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segunda-feira, 1 de junho de 2009


Por muito que medite não consigo encontrar o rumo para continuar o meu caminho. A solidão consome-me. Fico a olhar o vazio, e a escutar o sliêncio. Que fazer? Não tenho coragem de dar um passo em frente. E, no entanto era tão fácil terminar tudo.
O tempo, esse passa indiferente ao meu sofrimento.
Neste momento arrasto-me. Vagueio pela noite com a imaginação povoada de monstros.
Todos eles sabem que o meu frágil coração os receia e, por isso elels estão sempre presentes aterrorizando as minhas noites. Estão à espera que eu dê um passo em frente.
A noite!
As noites são para mim um tormento. Cada hora é uma eternidade. Fico desfiando cada momento da minha vida. Desespero, tristeza, desalento, cansaço, tudo isto invade a minha mente. Cansaço, da vida sobretudo. Tenho esse direito?
Não, não tenho. Tanta gente que tenho á minha volta e, sinto-me vaguear por entre um mundo de névoas, por entre um mundo completamente desabado, um mundo de injustiça, maldade, mentira, hipócresia.
Estou farta? Estou!
Estou farta, mas não tenho o direito de terminar com uma vida que me foi dada, é pela qual tanta gente daria todas as fortunas do mundo. Aguardo desesperadamente que a minha hora chegue.Peço a Deus que ela chegue depressa e rápida.
Peço perdão a quem, sem querer, poderei vir a fazer sofrer. MAS ESPOU FARTA!