
Por muito que medite não consigo encontrar o rumo para continuar o meu caminho. A solidão consome-me. Fico a olhar o vazio, e a escutar o sliêncio. Que fazer? Não tenho coragem de dar um passo em frente. E, no entanto era tão fácil terminar tudo.
O tempo, esse passa indiferente ao meu sofrimento.
Neste momento arrasto-me. Vagueio pela noite com a imaginação povoada de monstros.
Todos eles sabem que o meu frágil coração os receia e, por isso elels estão sempre presentes aterrorizando as minhas noites. Estão à espera que eu dê um passo em frente.

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