segunda-feira, 15 de junho de 2009



Mais uma noite de pesadelos.

Mais um dia atormentada pelo desatino que vai na minha cabeça. Porquê?

Porque é que não consigo apagar da minha mente a ideias mais negativas. Cada dia é um tormento para mim.Queria que o tempo voasse e levasse nas suas asas o meu sofrimento.À medida que o tempo passa vou curvando com o peso da tristeza que por vezes (e sem razão) invade o meu coração. Queria chorar, preciso de chorar. Mas...as minhas lágrimas já secaram há muito.

Hoje, dentro de mim há um labirinto de sentimentos que eu não sei definir,. Encontro-me entre o desejo de morrer e a a indiferença pela vida.

Vivo num mundo de fantasmas!

Vivo num mundo de ilusão!

Neste momento sinto-me como a presa que caiu na teia e, lentamente se deixa enrolar sem sequer tentar debater-se. Perdi as forças. Acho até que não quero lutar mais. Pergunto-me muitas vezes se sou de cá. Não penso como a maioria das pessoas, não vejo as coisas da mesma forma e gostava de poder dizer e fazer coisas que não se dizem nem se fazem.

Se eu pudesse criar o meu mundo!

Mas não posso. tenho que viver neste mundo replecto de maldade, de hipocrisia, de falsidade, de mentira, de frieza, onde não se pode ser aquilo que ue sou. Afinal não peço muito, só peço um pouco de carinho,e isso, acho que é o que neste momento me faz mais falta. Help me!

terça-feira, 2 de junho de 2009


Sinceramente acho que poucas vezes me acontece querer escrever e não saber por onde começar. Geralmente a tristeza e o desalento trazem-me alguma inspiração. Mas hoje....nem isso! Porquê? Porquê?
Porque é que de repente me deixo sufocar por sentimentos estranhos que nem eu própria compreendo? Queria dormir...dormir...
Na verdade não devia escrever quando estou deprimida pois estou, de certa forma, a assentuar este meu estado deprimente. Mas...é a única forma de deitar cá para fora o que me sufoca. E o pior é que nem eu sei o que é. Se eu pudesse acelerar o tempo. Se eu pudesse eliminar do calendário os dias de tristeza que me consomem. Sonhos que se desvaneceram. Ilusões que se desmoronaram. Tudo vai caindo e eu permaneço de pé sofrendo cada dia da minha existência que não desejo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009


Por muito que medite não consigo encontrar o rumo para continuar o meu caminho. A solidão consome-me. Fico a olhar o vazio, e a escutar o sliêncio. Que fazer? Não tenho coragem de dar um passo em frente. E, no entanto era tão fácil terminar tudo.
O tempo, esse passa indiferente ao meu sofrimento.
Neste momento arrasto-me. Vagueio pela noite com a imaginação povoada de monstros.
Todos eles sabem que o meu frágil coração os receia e, por isso elels estão sempre presentes aterrorizando as minhas noites. Estão à espera que eu dê um passo em frente.
A noite!
As noites são para mim um tormento. Cada hora é uma eternidade. Fico desfiando cada momento da minha vida. Desespero, tristeza, desalento, cansaço, tudo isto invade a minha mente. Cansaço, da vida sobretudo. Tenho esse direito?
Não, não tenho. Tanta gente que tenho á minha volta e, sinto-me vaguear por entre um mundo de névoas, por entre um mundo completamente desabado, um mundo de injustiça, maldade, mentira, hipócresia.
Estou farta? Estou!
Estou farta, mas não tenho o direito de terminar com uma vida que me foi dada, é pela qual tanta gente daria todas as fortunas do mundo. Aguardo desesperadamente que a minha hora chegue.Peço a Deus que ela chegue depressa e rápida.
Peço perdão a quem, sem querer, poderei vir a fazer sofrer. MAS ESPOU FARTA!